Tem coisas que... só a Philco faz pra vc. Haha, não, não era isso que eu ia dizer.
Eu fui às compras ontem e comprei umas camisas maravilhosas, de deixar as da "Glam Hater" no chinelo (pelo modelo, não pelas estampas. Mas os desenhos eu mando fazer). Mas tb não era isso que eu ia dizer.
Na verdade não sei o que eu ia dizer.
Quanto tem muita coisa passando pela sua cabeça é melhor não dizer nada. Pelo menos até ordenar os pensamentos.
O melhor é arrumar o que fazer. Eu já arrumei, vou beber amanhã. HAHA. Bah, que humor idiota o meu hoje!
"Sua irritação não solucionará problema algum".
Sabia que eu sou muito irritadinha? Não, imagina, né...
Impaciente.
E preguiçosa.
Quando as coisas começam a me dar muito problema de cabeça (não digo muito trabalho, digo problema NA cabeça), minha tendência é deixar pra lá...
Será certo ou será errado?
Sei lá... eu nem sei o que eu ia dizer mesmo.
...
Ah, me surgiu um comentário a acrescentar depois que eu postei isso aqui. Assistam "Miami Ink" no People + Arts. É uma série sobre um estúdio de tatuagem em (dã) Miami. Eles fazem uns desenhos tão amazing que eu fiquei morrendo pra me tatuar de novo. Uma garota fez a Marilyn Monroe rosa do Andy Warhol nas costas e ficou IGUALZINHA, IGUALZINHA. Perfeito. Fiquei com vontade de tatuar o Twiggy Ramirez numa versão by Andy Warhol nas costas. HAHAHA. Não.
Tuesday, January 10, 2006
Thursday, January 05, 2006
Histórias de minhoca...
Minhoca:- Angel, tive um sonho hoje...
Eu:- O que vc sonhou?
Minhoca:- Sonhei que eu estava fazendo uma viagem de ônibus com o Marcelo e mais duas amigas que eu não lembro quem eram...
Eu:- Ahn...
Minhoca:- E eu sentava no banco com elas, tinha um cara lá atrás, no último banco, que não parava de me olhar... Ficava me olhando com a maior cara de apaixonado, e o Marcelo não tinha ciúme dele... Na verdade, ele tb nem ligava que eu estava com meu namorado...
Eu:- Credo...
Minhoca:- E o pior... vc não vai adivinhar quem era o cara...
Eu:- QUEMMMMM???
Minhoca:- O Thiago Lacerda!!!
...
Bem. Cada um tem os amigos que merece, né...
Eu:- O que vc sonhou?
Minhoca:- Sonhei que eu estava fazendo uma viagem de ônibus com o Marcelo e mais duas amigas que eu não lembro quem eram...
Eu:- Ahn...
Minhoca:- E eu sentava no banco com elas, tinha um cara lá atrás, no último banco, que não parava de me olhar... Ficava me olhando com a maior cara de apaixonado, e o Marcelo não tinha ciúme dele... Na verdade, ele tb nem ligava que eu estava com meu namorado...
Eu:- Credo...
Minhoca:- E o pior... vc não vai adivinhar quem era o cara...
Eu:- QUEMMMMM???
Minhoca:- O Thiago Lacerda!!!
...
Bem. Cada um tem os amigos que merece, né...
Thursday, December 22, 2005
It's been 365 days...
2005.
Já é pra dar adeus a ele, né?
Bah, que saudade eu vou sentir...
2005 foi o ano perfeito pra mim. Tantas coisas rolaram... Tantas coisas ACONTECERAM.
Estando ainda em 2005 eu consigo dizer "It's all happening!".
2005 tem um cheiro tão bom de baunilha.
2005 é tão sonoro.
Isso não vai fazer o menor sentido talvez... mas não é minha intenção ter sentido agora.
Minha intenção é sentir.
E sentindo, algumas coisas chegam a doer de tão boas... Outras dóem de doloridas mesmo.
Já é pra dar adeus a ele, né?
Bah, que saudade eu vou sentir...
2005 foi o ano perfeito pra mim. Tantas coisas rolaram... Tantas coisas ACONTECERAM.
Estando ainda em 2005 eu consigo dizer "It's all happening!".
2005 tem um cheiro tão bom de baunilha.
2005 é tão sonoro.
Isso não vai fazer o menor sentido talvez... mas não é minha intenção ter sentido agora.
Minha intenção é sentir.
E sentindo, algumas coisas chegam a doer de tão boas... Outras dóem de doloridas mesmo.
Friday, December 02, 2005
Desejo
Tá chegando o Natal, minha gente!
Eu gosto muito dessa época. Muito mesmo... gosto do clima, gosto de como (geralmente) as pessoas se envolvem... gosto dos cartões de Natal e das mensagens por e-mail daqueles amigos que há taannnto tempo não falamos... mas que certamente lembramos quando o fim do ano chega.
E eu acho triste quem vem com aquele discursinho "Natal? Data comemorativa voltada ao consumo! Odeio!". Eu tenho dó. Dó por essas pessoas não conseguirem "enxergar a magia, a beleza", como disse meu namorado pertinentemente.
Acho que nessa época eu fico muito mais reflexiva. Passo a reparar muito mais em tudo o que acontece à minha volta. E eu que já sou propensa a carregar o peso do mundo nas costas (defeito), acabo tentando analisar muita coisa...
E chego a algumas conclusões.
Por hoje, a mensagem é: SE PERMITAM.
Se permitam desfrutar as coisas por mais bobas que elas possam parecer.
Se permitam dizer como se sentem.
Se permitam sentir dor. Por pior que pareça, passa. E ainda você leva o bônus de passar a valorizar muito mais o bem estar e a alegria quando eles estiverem com você..
Se permitam demonstrar que são humanos e que, por isso, são complicados.
Vivam. Vivam tudo o que há pra viver.
Mas respeitem. Respeitem o direito de quem está ao seu lado de viver bem também.
Eu gosto muito dessa época. Muito mesmo... gosto do clima, gosto de como (geralmente) as pessoas se envolvem... gosto dos cartões de Natal e das mensagens por e-mail daqueles amigos que há taannnto tempo não falamos... mas que certamente lembramos quando o fim do ano chega.
E eu acho triste quem vem com aquele discursinho "Natal? Data comemorativa voltada ao consumo! Odeio!". Eu tenho dó. Dó por essas pessoas não conseguirem "enxergar a magia, a beleza", como disse meu namorado pertinentemente.
Acho que nessa época eu fico muito mais reflexiva. Passo a reparar muito mais em tudo o que acontece à minha volta. E eu que já sou propensa a carregar o peso do mundo nas costas (defeito), acabo tentando analisar muita coisa...
E chego a algumas conclusões.
Por hoje, a mensagem é: SE PERMITAM.
Se permitam desfrutar as coisas por mais bobas que elas possam parecer.
Se permitam dizer como se sentem.
Se permitam sentir dor. Por pior que pareça, passa. E ainda você leva o bônus de passar a valorizar muito mais o bem estar e a alegria quando eles estiverem com você..
Se permitam demonstrar que são humanos e que, por isso, são complicados.
Vivam. Vivam tudo o que há pra viver.
Mas respeitem. Respeitem o direito de quem está ao seu lado de viver bem também.
Monday, November 28, 2005
Claro que é rock!
...
The party started (a boa parte do festival)
Pois é. Aconteceu.
E comprovei que Iggy Pop é uma das pessoas mais geniais que já pisou na Terra.
Ele não pode ser humano.
Onstage ele é IGUAL ao que era quando tinha seus vinte e poucos anos. Como pode?
E eu que achava que Hellacopters tinha sido um dos shows mais fodas da minha vida...
De certa forma, Iggy Pop me causou um baita problemão. Pq acho que nenhum show que eu assista vai ter de novo esse poder sobre mim...
NIN tb foi foda, claro. Eu amo a banda. E o Twiggy está na banda (mas agora ele é o Jeordie, e está com um corte de cabelo tão foda que eu quero um igual). E o guitarrista novo (o tal do Raul Gazolla, Marco Nanini, sei lá o nome dele... Se pá o sobrenome é italiano) é o cara mais poser da face da terra! Até lencinho jogado ao lado do corpo ele tem. Uma senhora performance! NIN tá com um time e tanto...
Eles começarem o show com Wish já fez minhas pernas tremerem. E Hurt arrancou lágrimas.
Mas Iggy...
...
I wanna kill myself (o que ninguém mereceu no festival)
*Flamming Lips.
Bah. Se ainda existissem os meninos do Ugly Kid Joe, eles certamente diriam "Is this some kind of hippie music that I don't understand? Uuurrrghhh!".
*Fantomas.
Me explica? O medo de rejeição dele é totalmente compreensível agora que vi a caca que é essa banda.
E me explica pq o Sr. Patton anda pela cidade de gel no cabelo estilo "a vaca lambeu" e com as roupas que ele ganhou do Chorão, do Charlie Brown Jr.?
*A máteria sobre o festival de Vinicius Albuquerque, da Folha Online de 27/11/2005
ALGUÉM ENSINA ESSE SER A ESCREVER?
ALGUÉM FAÇA COM QUE ELE SIGA UM RACIOCÍNIO LÓGICO, POR FAVOR?
Apesar desse ser apresentar muitos pontos nos quais eu concordo, pela amor de deus! Até meu papagaio escreve melhor...
...
Mas Iggy...
Sunday, November 13, 2005
Beautiful people
As pessoas acham várias razões pra criticar o Marilyn Manson, vocês sabem.
Eu, particularmente, cada vez acho mais razões pra concordar com ele em algumas coisas.
Cada vez mais enxergo que ele consegue colocar em palavras aquele sentimento bom ou de merda que acabou tendo em alguma hora.
E já que eu não sou tão boa assim para expressar verbalmente esse tipo de coisa, me uso dele para tanto. I wasn't born with enough middle fingers.
Eu, particularmente, cada vez acho mais razões pra concordar com ele em algumas coisas.
Cada vez mais enxergo que ele consegue colocar em palavras aquele sentimento bom ou de merda que acabou tendo em alguma hora.
E já que eu não sou tão boa assim para expressar verbalmente esse tipo de coisa, me uso dele para tanto. I wasn't born with enough middle fingers.
Sunday, November 06, 2005
Party started
Sabe quando você acorda com aquela vontade de fazer alguma coisa nova? Alguma coisa que te empolgue, alguma coisa que te dê vontade de ficar acordada pra sempre, algo produtivo?
Espera. Vamos voltar um pouco. Primeiro porque eu não acordei com essa vontade. Eu fui dormir com ela. Ok, eu acordei do mesmo jeito, mas o relevante é que eu passei o dia de ontem inteiro me sentindo assim.
Normal começar a viajar. Normal achar que você não está fazendo nada. O pior é constatar que você não está fazendo nada. Que você trabalha o dia inteiro num emprego que nem curte tanto assim, passa horas do seu dia no trânsito e que quando chega em casa você se contenta em apenas ir dormir. MAS ESPERA UM POUCO, NÉ? Tem algo errado, aí... Não, não, não, eu não era assim.
E à partir de hoje não sou mais assim. De volta aos antigos planos, às antigas viagens, às antigas egotrips e às coisas que iam dar certo sim porque eu queria que dessem!
De volta à literatura!
Que falta eu sinto de sentar no computador, descompromissadamente (e sem internet) e escrever sobre o que me desse na telha... escrever um roteiro que provavelmente nunca seria lido, escrever um conto que só eu gostasse, escrever, escrever.
Mas por que será que isso acabou?
Será que os afazeres diários me consumiram tanto assim? Pode ser.
Tá. Mas enquanto não me sento em frente à tela e escrevo algo meu, vou alí ler John Fante e ficar apaixonada.
Acabei John Fante. Que dor no coração. Que dor por amar tanto que se chega a odiar. Ah, Camilla! Não deixe Arturo Bandini em desespero!
E, sem sono, fui para Clarah Averbuck. Boa garota. Visivelmente inspirada por Fante, Buck, e todos os meus preciosos autores favoritos... Algumas coisas não digeri ainda. Mas antes de qualquer comentário vou me dar um tempo. Afinal, acabei de fechar o livro.
Mas foi uma experiência interessante lê-la. Ela passa por lugares onde você costuma freqüentar, ruas por onde costuma passar e situações que você costuma viver. Bastante indentificações. Massa, massa...
Mas voltando aos meus problemas, preciso voltar a FAZER. Sacaram?
E foi assim que isso aqui surgiu.
Espera. Vamos voltar um pouco. Primeiro porque eu não acordei com essa vontade. Eu fui dormir com ela. Ok, eu acordei do mesmo jeito, mas o relevante é que eu passei o dia de ontem inteiro me sentindo assim.
Normal começar a viajar. Normal achar que você não está fazendo nada. O pior é constatar que você não está fazendo nada. Que você trabalha o dia inteiro num emprego que nem curte tanto assim, passa horas do seu dia no trânsito e que quando chega em casa você se contenta em apenas ir dormir. MAS ESPERA UM POUCO, NÉ? Tem algo errado, aí... Não, não, não, eu não era assim.
E à partir de hoje não sou mais assim. De volta aos antigos planos, às antigas viagens, às antigas egotrips e às coisas que iam dar certo sim porque eu queria que dessem!
De volta à literatura!
Que falta eu sinto de sentar no computador, descompromissadamente (e sem internet) e escrever sobre o que me desse na telha... escrever um roteiro que provavelmente nunca seria lido, escrever um conto que só eu gostasse, escrever, escrever.
Mas por que será que isso acabou?
Será que os afazeres diários me consumiram tanto assim? Pode ser.
Tá. Mas enquanto não me sento em frente à tela e escrevo algo meu, vou alí ler John Fante e ficar apaixonada.
Acabei John Fante. Que dor no coração. Que dor por amar tanto que se chega a odiar. Ah, Camilla! Não deixe Arturo Bandini em desespero!
E, sem sono, fui para Clarah Averbuck. Boa garota. Visivelmente inspirada por Fante, Buck, e todos os meus preciosos autores favoritos... Algumas coisas não digeri ainda. Mas antes de qualquer comentário vou me dar um tempo. Afinal, acabei de fechar o livro.
Mas foi uma experiência interessante lê-la. Ela passa por lugares onde você costuma freqüentar, ruas por onde costuma passar e situações que você costuma viver. Bastante indentificações. Massa, massa...
Mas voltando aos meus problemas, preciso voltar a FAZER. Sacaram?
E foi assim que isso aqui surgiu.
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